25.11.09
The Muppets Bohemian Rhapsody
Os famosos bonecos de Jim Henson's - The Muppets (os Marretas), também quiseram deixar a sua homenagem ao ex vocalista dos Queen. Vejam aqui a exelente interpertação, em higt definition, da música Bohemian Rhapsody, lançada ontem na internet.
16.11.09
12.11.09
Político no fim de carreira
Contava tudo, com detalhes e sem rancor, com todas as provas que pudesse reunir. Contra todos e contra mim mesmo. Com o mais alto nível de patriotismo e com o mínimo de auto-admiração. Relatava o outro lado das grandes negociatas e obras públicas, revelava muitas faces ocultas e quem foram os beneficiados, com nome e apelido.
Assim, eu ficava na história do país, bem mais reconhecido do que ficarei levando comigo apenas o medíocre que realmente fui. Seria o maior gesto de grandeza que o meu país já recebeu. E eu, finalmente fazia um grande bem, ajudando o país a livrar-se dessa corja a que pertenci.
6.8.09
A preparar o regresso
Voltarei a escrever em breve.
22.6.09
30.5.09
A actual política - A verddade da mentira
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA
(autor desconhecido)
28.4.09
Marketing do Optimismo
A multinacional Leo Burnett, com presença também em Portugal, desenvolveu um bom exemplo de Marketing Viral. Trata-se de um plugin que elimina a palavra “crise” e a substitui por “oportunidade”. A aplicação foi lançada no passado dia 15 e já foi traduzida para mais de 20 idiomas, permitindo que cada vez mais pessoas possam ver a realidade de outra forma, focando-se muito mais nas oportunidades. A ideia já é utilizada por milhares de pessoas, em 94 países do mundo, sendo os mais “optimistas” Portugal, E.U.A. Reino Unido e Austrália.
A aplicação por agora funciona no navegador Firefox. A versão para funcionar com o Internet Explorer será lançada brevemente.
Veja aqui o vídeo com o plugin Leo Burnett Lisboa.
17.4.09
15.4.09
7.4.09
Existem alternativas
A “nova” visão de como exercer política em Portugal está a ser propagada por pessoas que na sua teimosia não desistem de denunciar e reclamar por uma sociedade mais justa e realmente democrata. Estão a contribuir com ideias, movimentos cívicos, fóruns e blogues de esclarecimento.
Retirado do blogue: Um jardim no deserto
"Espalhe esta ideia: Democracia Directa- Visão Cristã
divulgando este endereço: http://democratadirecto.wordpress.com
e, se dispuser de tempo e vontade para o fazer e se sentir identificado com os princípios e objectivos, participe com as suas próprias ideias.
Todas as pessoas de boa vontade são bem vindas.
Os cidadãos têm que tomar em suas mãos aquilo que é seu por direito numa democracia: o poder de decidir sobre a forma de funcionamento do seu país e a sua forma de estar no mundo."
26.3.09
Intervenção Pública
O P.H. ácido associa-se à divulgação da Fundação do “Movimento para a Democracia Directa - DD”
Os movimentos cívicos, quando fundados sobre valores democráticos e tendo com bandeira o poder do povo e para o povo, são sempre uma mais-valia para a sociedade. Tendo em conta o apurado sentido de justiça do mentor do “Movimento para a Democracia Directa” e a sua declaração de Princípios, acredito que este será um meio eficaz de reclamar por uma sociedade mais livre e justa.
O encontro para a fundação do Movimento para a Democracia Directa será em Alcobaça, no dia 28 de Março pelas 15 horas.
http://doportugalprofundo.blogspot.com/
18.2.09
Trabalhar para o bem comum
“O profissionalismo é entendido como as características e capacidades específicas da profissão. É a complexa variedade a que um profissional se deve submeter para desempenhar o trabalho com dignidade, justiça e responsabilidade”. (wikipedia).
A competência no exercício das funções confere ao profissional uma posição, que uma vez conquistada e mantida, faz dele alguém digno, justo e responsável. Não me refiro a um estado superior de moralidade, nem tão pouco à altivez de se tomar como dono e senhor da verdade absoluta e irrefutável. Falo de alguém, que acima de tudo, é respeitado, ouvido, admirado e compreendido.
São estas características, entenda-se consequências dos actos e palavras, que quando conferidas por aqueles com quem se lida diariamente no meio profissional ou académico, fazem da pessoa um aliado que trabalha para o bem comum, ou seja, um bom profissional. Este é o ponto essencial - trabalhar para o bem comum.
Quando não se verifica esta filosofia assiste-se a uma postura menos digna dos cidadãos ou alunos ,quando confrontados com a situação de receptores ou participantes em determinadas actividades. Muitas vezes, não são respeitosos, atentos, compreensivos e muito menos receptivos ao embevecimento perante as palavras que lhes são dirigidas. Refiro-me especialmente ao meio académico, mas a analogia também pode, em meu entender, extrapolar-se para os cidadãos no geral face aos seus governantes.
A percepção dos alunos face ao profissionalismo dos seus professores, assim como dos cidadãos face aos seus governantes, vai moldar o seu comportamento e o seu estado de espírito. Deste modo, não estranho a atitude passiva e muitas vezes desinteressada de muitos alunos (e cidadãos) perante a presença de alguns professores (e governantes). Não são mais que o espelho de quem está à sua frente e reflectem a incapacidade de se fazer respeitar, ouvir e compreender. Em suma, a falta de profissionalismo.
É certo que enquanto cidadãos e alunos, a obrigação de querer aprender e de intervir de modo proveitoso para todos, deva estar presente, mas também é certo que o poder acarreta responsabilidade, por isso, cabe a quem nos governa e ensina não só o exercício das funções elementares inerentes à profissão, mas também a tarefa, que acima de tudo é pedagógica, de fazer sentir a quem os ouve, que estão ali como aliados a trabalhar para o interesse e bem comum. Estou em crer que, deste modo, teríamos uma sociedade mais culta, participativa e tolerante.
3.1.09
Plantar ideias verdadeiras
Mas, apesar de não conseguirmos controlar a crise económica, a corrupção política, a guerra no médio oriente e as injustiças sociais, podemos sempre alterar o nosso mundo, aquele onde diariamente intervimos.
O ano que agora começa dá-nos a oportunidade de nos superarmos e de nos tornarmos pedras vivas da sociedade onde estamos inseridos.
Olhemos para o novo ano com a certeza de que, apesar das dificuldades, cabe-nos a cada um de nós semear no presente, não só para colher no futuro, mas para deixar a seara mais produtiva para aqueles que vierem.
Quem planta flores, planta beleza e perfumes para alguns dias.
Quem planta árvores, planta sombra e frutos por anos, talvez séculos.
Mas quem planta ideias verdadeiras, planta para a eternidade.”
William Shakespeare
23.12.08
Santo e Feliz Natal
-Eu invejo um homem santo que se contenta com tão pouco - disse o rei.
- Eu invejo Vossa Majestade que se contenta com menos do que eu - respondeu o ermita.
- Como é que pode dizer isso, se todo este país me pertence? - disse o rei ofendido.
- Justamente - disse o ermita - Eu tenho a música das esferas celestes, tenho o rios e as montanhas do mundo inteiro, tenho a Lua e o Sol, porque tenho Deus na minha alma. Vossa Majestade, porém, tem apenas este reino...
Com o desejo de que saibamos sempre distinguir o valor dos bens materiais, da verdadeira riqueza
7.12.08
Um estado diferente
O que eu penso: O país precisa de um Estado que não seja arbitro e jogador no mesmo jogo, de um Estado que regularize e não encubra, de um Estado que fale a verdade em desfavor dos poderes e sociedades ocultas, de um Estado que pague as suas dívidas, de um Estado que encoraje a pluralidade de ideias, de um Estado que ouça e respeite as diferentes classes profissionais, de um Estado incorrupto.
Sim, precisamos do Estado, mas diferente do estado actual...
4.12.08
Aceitam e ficam felizes ?
Já ouvi isto em qualquer lado. Durante o grosso do nosso século XX foi dito aos portugueses que deviam aceitar o que tinham, que não deviam espernear muito. O mundo lá fora era perigoso. Éramos o que éramos. Agora temos uma nova versão deste argumento. Estamos bem porque o mundo está pior. Aceitem e fiquem felizes"...
Pedro Lomba, jurista
(in Diário Económico.com)
12.11.08
Sem tempo
E poder abraçar o mundo.
Ignorar o cansaço,
Não precisar de um regaço e
Viver cada segundo.
Controlar as horas e os minutos,
Conseguir resgatar o tempo.
Gozar momentos infinitos,
Ser livre como o vento.
Tenho vontade de gritar ao mundo
- Aqui estou para te conquistar…
Vou fazer o que quero,
Aprender tudo o que espero
Sem o tempo para me controlar.
Quero amar a cada momento e
Ter tempo para perder.
Decifrar cada sentimento
Que invada o meu ser.
Estou sem tempo...
P.H.
4.11.08
Algo deve alterar
“O governador do Banco de Portugal fez o historial das operações do BPN, algumas das quais ilegais, que conduziram à actual situação em que os rácios de solvabilidade do banco se encontram abaixo do mínimo legalmente exigido e os capitais próprios negativos, o que configura uma situação de falência técnica. Vítor Constâncio também disse que foram abertos seis processos de contra-ordenação contra o BPN, em Junho, na sequência da descoberta de operações clandestinas.”
Como já é do conhecimento geral o ministro das finanças, Teixeira dos Santos, anunciou a nacionalização do BPN, ficando a Caixa Geral de Depósitos (CGD) responsável pela sua gestão.
O que a maioria dos portugueses desconhece é o motivo pelo qual se deve o tardio conhecimento (será?) do Dr. Vítor Constâncio (que tem quase o dobro do ordenado do seu homólogo dos Estados Unidos) em relação a esta situação e porque é que só agora o governo intervém, desta feita com dinheiro de todos os portugueses e abrindo precedentes a futuras "salvações" de outros bancos comerciais.
Será necessário alterar as regras de supervisão, ou apenas os responsáveis por quem as aplica?






