25.11.09

The Muppets Bohemian Rhapsody

Freddie Mercury, de seu nome próprio Farrokh Bammi Bulsara nasceu em Stone Town a 5 de Setembro de 1946 e morreu a 24 de Novembro de 1991. Passaram ontem 18 anos sobre a sua morte. A ele presto a minha homenagem.

Os famosos bonecos de Jim Henson's - The Muppets (os Marretas), também quiseram deixar a sua homenagem ao ex vocalista dos Queen. Vejam aqui a exelente interpertação, em higt definition, da música Bohemian Rhapsody, lançada ontem na internet.

16.11.09

Líder mundial

Multinacional brasileira tem agência em Portugal.


12.11.09

Político no fim de carreira

Se eu fosse político e estivesse no fim da minha carreira escrevia um documento a contar tudo o que sei. Tudo o que, por ambições de poder ou por dinheiro, nós, os políticos, cometemos, em prejuízo do povo que trabalha e produz, desviando imensas fortunas que poderiam gerar mais infra-estruturas, mais hospitais, escolas e qualidade de vida para o país. Enviava cópias desse documento para as pessoas da minha confiança, para serem abertos após a minha morte. Não por cobardia, mas para não sofrer o assédio da imprensa e para não pôr em risco a vida dos meus familiares.

Contava tudo, com detalhes e sem rancor, com todas as provas que pudesse reunir. Contra todos e contra mim mesmo. Com o mais alto nível de patriotismo e com o mínimo de auto-admiração. Relatava o outro lado das grandes negociatas e obras públicas, revelava muitas faces ocultas e quem foram os beneficiados, com nome e apelido.

Assim, eu ficava na história do país, bem mais reconhecido do que ficarei levando comigo apenas o medíocre que realmente fui. Seria o maior gesto de grandeza que o meu país já recebeu. E eu, finalmente fazia um grande bem, ajudando o país a livrar-se dessa corja a que pertenci.

6.8.09

A preparar o regresso

Àqueles que, por curiosidade, por acidente, ou simples masoquismo, têm ultimamente acedido ao PH ácido e encontram textos actualizados do mês passado, as minhas desculpas.
Voltarei a escrever em breve.

22.6.09

O poder dissuasor







´

Depois da pintura, a arquitectura:






















30.5.09

A actual política - A verddade da mentira

O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.

DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA

(autor desconhecido)

28.4.09

Marketing do Optimismo

Ela existe, mas podemos encará-la de maneira diferente...

A multinacional Leo Burnett, com presença também em Portugal, desenvolveu um bom exemplo de Marketing Viral. Trata-se de um plugin que elimina a palavra “crise” e a substitui por “oportunidade”. A aplicação foi lançada no passado dia 15 e já foi traduzida para mais de 20 idiomas, permitindo que cada vez mais pessoas possam ver a realidade de outra forma, focando-se muito mais nas oportunidades. A ideia já é utilizada por milhares de pessoas, em 94 países do mundo, sendo os mais “optimistas” Portugal, E.U.A. Reino Unido e Austrália.

A aplicação por agora funciona no navegador Firefox. A versão para funcionar com o Internet Explorer será lançada brevemente.
Veja aqui o vídeo com o plugin Leo Burnett Lisboa.

15.4.09

Emoções




7.4.09

Existem alternativas

A Democracia Directa está na boca do povo. As pessoas já sabem que existem alternativas à forma de governar o nosso país.

A “nova” visão de como exercer política em Portugal está a ser propagada por pessoas que na sua teimosia não desistem de denunciar e reclamar por uma sociedade mais justa e realmente democrata. Estão a contribuir com ideias, movimentos cívicos, fóruns e blogues de esclarecimento.

Retirado do blogue: Um jardim no deserto
"Espalhe esta ideia: Democracia Directa- Visão Cristã
divulgando este endereço: http://democratadirecto.wordpress.com
e, se dispuser de tempo e vontade para o fazer e se sentir identificado com os princípios e objectivos, participe com as suas próprias ideias.
Todas as pessoas de boa vontade são bem vindas.
Os cidadãos têm que tomar em suas mãos aquilo que é seu por direito numa democracia: o poder de decidir sobre a forma de funcionamento do seu país e a sua forma de estar no mundo."

26.3.09

Intervenção Pública

O P.H. ácido associa-se à divulgação da Fundação do “Movimento para a Democracia Directa - DD”

Os movimentos cívicos, quando fundados sobre valores democráticos e tendo com bandeira o poder do povo e para o povo, são sempre uma mais-valia para a sociedade. Tendo em conta o apurado sentido de justiça do mentor do “Movimento para a Democracia Directa” e a sua declaração de Princípios, acredito que este será um meio eficaz de reclamar por uma sociedade mais livre e justa.

O encontro para a fundação do Movimento para a Democracia Directa será em Alcobaça, no dia 28 de Março pelas 15 horas.
http://doportugalprofundo.blogspot.com/

18.2.09

Trabalhar para o bem comum

“O profissionalismo é entendido como as características e capacidades específicas da profissão. É a complexa variedade a que um profissional se deve submeter para desempenhar o trabalho com dignidade, justiça e responsabilidade”. (wikipedia).

A competência no exercício das funções confere ao profissional uma posição, que uma vez conquistada e mantida, faz dele alguém digno, justo e responsável. Não me refiro a um estado superior de moralidade, nem tão pouco à altivez de se tomar como dono e senhor da verdade absoluta e irrefutável. Falo de alguém, que acima de tudo, é respeitado, ouvido, admirado e compreendido.

São estas características, entenda-se consequências dos actos e palavras, que quando conferidas por aqueles com quem se lida diariamente no meio profissional ou académico, fazem da pessoa um aliado que trabalha para o bem comum, ou seja, um bom profissional. Este é o ponto essencial - trabalhar para o bem comum.

Quando não se verifica esta filosofia assiste-se a uma postura menos digna dos cidadãos ou alunos ,quando confrontados com a situação de receptores ou participantes em determinadas actividades. Muitas vezes, não são respeitosos, atentos, compreensivos e muito menos receptivos ao embevecimento perante as palavras que lhes são dirigidas. Refiro-me especialmente ao meio académico, mas a analogia também pode, em meu entender, extrapolar-se para os cidadãos no geral face aos seus governantes.

A percepção dos alunos face ao profissionalismo dos seus professores, assim como dos cidadãos face aos seus governantes, vai moldar o seu comportamento e o seu estado de espírito. Deste modo, não estranho a atitude passiva e muitas vezes desinteressada de muitos alunos (e cidadãos) perante a presença de alguns professores (e governantes). Não são mais que o espelho de quem está à sua frente e reflectem a incapacidade de se fazer respeitar, ouvir e compreender. Em suma, a falta de profissionalismo.

É certo que enquanto cidadãos e alunos, a obrigação de querer aprender e de intervir de modo proveitoso para todos, deva estar presente, mas também é certo que o poder acarreta responsabilidade, por isso, cabe a quem nos governa e ensina não só o exercício das funções elementares inerentes à profissão, mas também a tarefa, que acima de tudo é pedagógica, de fazer sentir a quem os ouve, que estão ali como aliados a trabalhar para o interesse e bem comum. Estou em crer que, deste modo, teríamos uma sociedade mais culta, participativa e tolerante.

3.1.09

Plantar ideias verdadeiras

É verdade que, na opinião do Presidente da República ( e da minha), o ano de 2009 vai ser recheado de dificuldades. Os tempos difíceis não terminaram com o ano que findou, antes pelo contrário.
Mas, apesar de não conseguirmos controlar a crise económica, a corrupção política, a guerra no médio oriente e as injustiças sociais, podemos sempre alterar o nosso mundo, aquele onde diariamente intervimos.
O ano que agora começa dá-nos a oportunidade de nos superarmos e de nos tornarmos pedras vivas da sociedade onde estamos inseridos.
Olhemos para o novo ano com a certeza de que, apesar das dificuldades, cabe-nos a cada um de nós semear no presente, não só para colher no futuro, mas para deixar a seara mais produtiva para aqueles que vierem.

Quem planta flores, planta beleza e perfumes para alguns dias.
Quem planta árvores, planta sombra e frutos por anos, talvez séculos.
Mas quem planta ideias verdadeiras, planta para a eternidade.”
William Shakespeare

23.12.08

Santo e Feliz Natal

Um velho ermita foi certa vez convidado para ir à corte do rei mais poderoso daquela época.

-Eu invejo um homem santo que se contenta com tão pouco - disse o rei.

- Eu invejo Vossa Majestade que se contenta com menos do que eu - respondeu o ermita.

- Como é que pode dizer isso, se todo este país me pertence? - disse o rei ofendido.

- Justamente - disse o ermita - Eu tenho a música das esferas celestes, tenho o rios e as montanhas do mundo inteiro, tenho a Lua e o Sol, porque tenho Deus na minha alma. Vossa Majestade, porém, tem apenas este reino...

in Maktub, de Paulo Coelho


Com o desejo de que saibamos sempre distinguir o valor dos bens materiais, da verdadeira riqueza

Desejo a todos um Santo e Feliz Natal

7.12.08

Um estado diferente

O que o Primeiro Ministro disse: "Este é o momento em que o país precisa do Estado"

O que eu penso: O país precisa de um Estado que não seja arbitro e jogador no mesmo jogo, de um Estado que regularize e não encubra, de um Estado que fale a verdade em desfavor dos poderes e sociedades ocultas, de um Estado que pague as suas dívidas, de um Estado que encoraje a pluralidade de ideias, de um Estado que ouça e respeite as diferentes classes profissionais, de um Estado incorrupto.

Sim, precisamos do Estado, mas diferente do estado actual...

4.12.08

Aceitam e ficam felizes ?

..."Repararam que Sócrates ou Manuel Pinho, por exemplo, cada vez que falam da crise económica, dizem o mesmo. Comparados com o que se vê no exterior, argumentam eles, nós até nem nos podemos queixar. O mundo inteiro está a ir para trás, mas Portugal vive só estagnado. É melhor do que nada. O subtil raciocínio é que devemos ficar contentes só porque não estamos pior do que os outros. Até a Irlanda, vejam bem, a mítica Irlanda do crescimento acelerado dos anos 90, entrou em recessão. Não é óptimo vivermos num Portugal sempre igual a Portugal e termos um primeiro-ministro que, pelo menos, nos aguenta no nosso atraso?

Já ouvi isto em qualquer lado. Durante o grosso do nosso século XX foi dito aos portugueses que deviam aceitar o que tinham, que não deviam espernear muito. O mundo lá fora era perigoso. Éramos o que éramos. Agora temos uma nova versão deste argumento. Estamos bem porque o mundo está pior. Aceitem e fiquem felizes"...

Pedro Lomba, jurista
(in Diário Económico.com)

12.11.08

Sem tempo

Quem me dera ter mil braços
E poder abraçar o mundo.
Ignorar o cansaço,
Não precisar de um regaço e
Viver cada segundo.
Controlar as horas e os minutos,
Conseguir resgatar o tempo.
Gozar momentos infinitos,
Ser livre como o vento.

Tenho vontade de gritar ao mundo
- Aqui estou para te conquistar…
Vou fazer o que quero,
Aprender tudo o que espero
Sem o tempo para me controlar.
Quero amar a cada momento e
Ter tempo para perder.
Decifrar cada sentimento
Que invada o meu ser.

Estou sem tempo...
P.H.

4.11.08

Algo deve alterar

“O governador do Banco de Portugal fez o historial das operações do BPN, algumas das quais ilegais, que conduziram à actual situação em que os rácios de solvabilidade do banco se encontram abaixo do mínimo legalmente exigido e os capitais próprios negativos, o que configura uma situação de falência técnica. Vítor Constâncio também disse que foram abertos seis processos de contra-ordenação contra o BPN, em Junho, na sequência da descoberta de operações clandestinas.”

(in diário económico.com)

Como já é do conhecimento geral o ministro das finanças, Teixeira dos Santos, anunciou a nacionalização do BPN, ficando a Caixa Geral de Depósitos (CGD) responsável pela sua gestão.

O que a maioria dos portugueses desconhece é o motivo pelo qual se deve o tardio conhecimento (será?) do Dr. Vítor Constâncio (que tem quase o dobro do ordenado do seu homólogo dos Estados Unidos) em relação a esta situação e porque é que só agora o governo intervém, desta feita com dinheiro de todos os portugueses e abrindo precedentes a futuras "salvações" de outros bancos comerciais.

Será necessário alterar as regras de supervisão, ou apenas os responsáveis por quem as aplica?