30.5.09
A actual política - A verddade da mentira
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA
(autor desconhecido)
28.4.09
Marketing do Optimismo
A multinacional Leo Burnett, com presença também em Portugal, desenvolveu um bom exemplo de Marketing Viral. Trata-se de um plugin que elimina a palavra “crise” e a substitui por “oportunidade”. A aplicação foi lançada no passado dia 15 e já foi traduzida para mais de 20 idiomas, permitindo que cada vez mais pessoas possam ver a realidade de outra forma, focando-se muito mais nas oportunidades. A ideia já é utilizada por milhares de pessoas, em 94 países do mundo, sendo os mais “optimistas” Portugal, E.U.A. Reino Unido e Austrália.
A aplicação por agora funciona no navegador Firefox. A versão para funcionar com o Internet Explorer será lançada brevemente.
Veja aqui o vídeo com o plugin Leo Burnett Lisboa.
17.4.09
15.4.09
7.4.09
Existem alternativas
A “nova” visão de como exercer política em Portugal está a ser propagada por pessoas que na sua teimosia não desistem de denunciar e reclamar por uma sociedade mais justa e realmente democrata. Estão a contribuir com ideias, movimentos cívicos, fóruns e blogues de esclarecimento.
Retirado do blogue: Um jardim no deserto
"Espalhe esta ideia: Democracia Directa- Visão Cristã
divulgando este endereço: http://democratadirecto.wordpress.com
e, se dispuser de tempo e vontade para o fazer e se sentir identificado com os princípios e objectivos, participe com as suas próprias ideias.
Todas as pessoas de boa vontade são bem vindas.
Os cidadãos têm que tomar em suas mãos aquilo que é seu por direito numa democracia: o poder de decidir sobre a forma de funcionamento do seu país e a sua forma de estar no mundo."
26.3.09
Intervenção Pública
O P.H. ácido associa-se à divulgação da Fundação do “Movimento para a Democracia Directa - DD”
Os movimentos cívicos, quando fundados sobre valores democráticos e tendo com bandeira o poder do povo e para o povo, são sempre uma mais-valia para a sociedade. Tendo em conta o apurado sentido de justiça do mentor do “Movimento para a Democracia Directa” e a sua declaração de Princípios, acredito que este será um meio eficaz de reclamar por uma sociedade mais livre e justa.
O encontro para a fundação do Movimento para a Democracia Directa será em Alcobaça, no dia 28 de Março pelas 15 horas.
http://doportugalprofundo.blogspot.com/
18.2.09
Trabalhar para o bem comum
“O profissionalismo é entendido como as características e capacidades específicas da profissão. É a complexa variedade a que um profissional se deve submeter para desempenhar o trabalho com dignidade, justiça e responsabilidade”. (wikipedia).
A competência no exercício das funções confere ao profissional uma posição, que uma vez conquistada e mantida, faz dele alguém digno, justo e responsável. Não me refiro a um estado superior de moralidade, nem tão pouco à altivez de se tomar como dono e senhor da verdade absoluta e irrefutável. Falo de alguém, que acima de tudo, é respeitado, ouvido, admirado e compreendido.
São estas características, entenda-se consequências dos actos e palavras, que quando conferidas por aqueles com quem se lida diariamente no meio profissional ou académico, fazem da pessoa um aliado que trabalha para o bem comum, ou seja, um bom profissional. Este é o ponto essencial - trabalhar para o bem comum.
Quando não se verifica esta filosofia assiste-se a uma postura menos digna dos cidadãos ou alunos ,quando confrontados com a situação de receptores ou participantes em determinadas actividades. Muitas vezes, não são respeitosos, atentos, compreensivos e muito menos receptivos ao embevecimento perante as palavras que lhes são dirigidas. Refiro-me especialmente ao meio académico, mas a analogia também pode, em meu entender, extrapolar-se para os cidadãos no geral face aos seus governantes.
A percepção dos alunos face ao profissionalismo dos seus professores, assim como dos cidadãos face aos seus governantes, vai moldar o seu comportamento e o seu estado de espírito. Deste modo, não estranho a atitude passiva e muitas vezes desinteressada de muitos alunos (e cidadãos) perante a presença de alguns professores (e governantes). Não são mais que o espelho de quem está à sua frente e reflectem a incapacidade de se fazer respeitar, ouvir e compreender. Em suma, a falta de profissionalismo.
É certo que enquanto cidadãos e alunos, a obrigação de querer aprender e de intervir de modo proveitoso para todos, deva estar presente, mas também é certo que o poder acarreta responsabilidade, por isso, cabe a quem nos governa e ensina não só o exercício das funções elementares inerentes à profissão, mas também a tarefa, que acima de tudo é pedagógica, de fazer sentir a quem os ouve, que estão ali como aliados a trabalhar para o interesse e bem comum. Estou em crer que, deste modo, teríamos uma sociedade mais culta, participativa e tolerante.
3.1.09
Plantar ideias verdadeiras
Mas, apesar de não conseguirmos controlar a crise económica, a corrupção política, a guerra no médio oriente e as injustiças sociais, podemos sempre alterar o nosso mundo, aquele onde diariamente intervimos.
O ano que agora começa dá-nos a oportunidade de nos superarmos e de nos tornarmos pedras vivas da sociedade onde estamos inseridos.
Olhemos para o novo ano com a certeza de que, apesar das dificuldades, cabe-nos a cada um de nós semear no presente, não só para colher no futuro, mas para deixar a seara mais produtiva para aqueles que vierem.
Quem planta flores, planta beleza e perfumes para alguns dias.
Quem planta árvores, planta sombra e frutos por anos, talvez séculos.
Mas quem planta ideias verdadeiras, planta para a eternidade.”
William Shakespeare
23.12.08
Santo e Feliz Natal
-Eu invejo um homem santo que se contenta com tão pouco - disse o rei.
- Eu invejo Vossa Majestade que se contenta com menos do que eu - respondeu o ermita.
- Como é que pode dizer isso, se todo este país me pertence? - disse o rei ofendido.
- Justamente - disse o ermita - Eu tenho a música das esferas celestes, tenho o rios e as montanhas do mundo inteiro, tenho a Lua e o Sol, porque tenho Deus na minha alma. Vossa Majestade, porém, tem apenas este reino...
Com o desejo de que saibamos sempre distinguir o valor dos bens materiais, da verdadeira riqueza
7.12.08
Um estado diferente
O que eu penso: O país precisa de um Estado que não seja arbitro e jogador no mesmo jogo, de um Estado que regularize e não encubra, de um Estado que fale a verdade em desfavor dos poderes e sociedades ocultas, de um Estado que pague as suas dívidas, de um Estado que encoraje a pluralidade de ideias, de um Estado que ouça e respeite as diferentes classes profissionais, de um Estado incorrupto.
Sim, precisamos do Estado, mas diferente do estado actual...
4.12.08
Aceitam e ficam felizes ?
Já ouvi isto em qualquer lado. Durante o grosso do nosso século XX foi dito aos portugueses que deviam aceitar o que tinham, que não deviam espernear muito. O mundo lá fora era perigoso. Éramos o que éramos. Agora temos uma nova versão deste argumento. Estamos bem porque o mundo está pior. Aceitem e fiquem felizes"...
Pedro Lomba, jurista
(in Diário Económico.com)
12.11.08
Sem tempo
E poder abraçar o mundo.
Ignorar o cansaço,
Não precisar de um regaço e
Viver cada segundo.
Controlar as horas e os minutos,
Conseguir resgatar o tempo.
Gozar momentos infinitos,
Ser livre como o vento.
Tenho vontade de gritar ao mundo
- Aqui estou para te conquistar…
Vou fazer o que quero,
Aprender tudo o que espero
Sem o tempo para me controlar.
Quero amar a cada momento e
Ter tempo para perder.
Decifrar cada sentimento
Que invada o meu ser.
Estou sem tempo...
P.H.
4.11.08
Algo deve alterar
“O governador do Banco de Portugal fez o historial das operações do BPN, algumas das quais ilegais, que conduziram à actual situação em que os rácios de solvabilidade do banco se encontram abaixo do mínimo legalmente exigido e os capitais próprios negativos, o que configura uma situação de falência técnica. Vítor Constâncio também disse que foram abertos seis processos de contra-ordenação contra o BPN, em Junho, na sequência da descoberta de operações clandestinas.”
Como já é do conhecimento geral o ministro das finanças, Teixeira dos Santos, anunciou a nacionalização do BPN, ficando a Caixa Geral de Depósitos (CGD) responsável pela sua gestão.
O que a maioria dos portugueses desconhece é o motivo pelo qual se deve o tardio conhecimento (será?) do Dr. Vítor Constâncio (que tem quase o dobro do ordenado do seu homólogo dos Estados Unidos) em relação a esta situação e porque é que só agora o governo intervém, desta feita com dinheiro de todos os portugueses e abrindo precedentes a futuras "salvações" de outros bancos comerciais.
Será necessário alterar as regras de supervisão, ou apenas os responsáveis por quem as aplica?
31.10.08
A qualidade e a crise
Bem sei que a conjuntura mundial apresenta-nos um cenário de desmoralização económica e uma necessidade imensa de retenção de custos. Chegou a altura de as empresa desvendarem o tipo de massa que as constituem. Amealharam quando podiam (e deviam) para agora poder fazer frente a esta situação? Alicerçaram valores de qualidade e visão global do mercado nos seus quadros humanos, que agora mais que nunca precisam de pôr em prática?
Estamos assim diante de uma situação em que se vai separar o trigo do joio relativamente à cultura empresarial vigente no mercado, principalmente das pequenas e médias empresa (PME).
Perante situações de crise as grandes empresas têm obviamente maior capacidade de manobra, no que diz respeito aos recursos disponíveis, sejam eles de ordem social, financeiro ou humano. Deste modo, a sua capacidade de sobrevivência no mercado perante situações menos favoráveis alarga substancialmente quando comparados com as PME. Assim, sob pena de se afundarem na crise que estamos a viver, as empresas de menor porte não podem prescindir do factor que cada vez mais os consumidores procuram – a qualidade do serviço. Não somente no seu core business, mas em todo o ambiente que rodeia a actividade empresarial.
É na altura de maiores dificuldades que os responsáveis empresariais mais devem pensar nos seus clientes. Ao continuarem a servir qualidade, as PME têm a oportunidade de sobreviver à crise. Para ilustrar esta realidade, segue uma pequena história.
É a história de um pequeno restaurante de beira de estrada que servia um frango frito de comer e chorar por mais. O dono era um homem simples, mas um excelente cozinheiro.
O movimento era cada vez maior e foi necessário colocar mesas com guarda-sol para atender melhor a clientela que crescia cada vez mais. Colocou placas na estrada a avisar da proximidade do restaurante e ganhou muito dinheiro com seu pequeno negócio. Tanto que deu para pagar os estudos do seu filho na capital.
Um dia, esse filho voltou com um lindo diploma de administração. E o pai orgulhoso perguntou: Como é que estão as coisas lá na capital?
- Pai, é bom que o senhor comece a tomar medidas. Economizar ao máximo, pois vem aí uma grande crise!
O velho não dormiu naquela noite. Na manhã seguinte começou a pôr em prática um grande esquema de economia: recolheu as mesas com os guarda-sóis para evitar que o sol e a chuva os estragassem, mandou cancelar os contratos com a empresa dos painéis de estrada, fez uma lista dos funcionários que podia dispensar, começou a poupar nos ingredientes e a fechar mais cedo para não pagar horas extras aos empregados. Andava nervoso e o seu semblante ficou mais pesado.
Meses depois, o velho observou que quase não tinha clientes. Os carros passavam na estrada e não davam aquele bendito sinal de pisca-pisca a avisar que iam entrar.
Então, o dono do pequeno negócio pensou e concluiu: o meu filho tinha razão, é uma crise daquelas…!
26.10.08
Para começar a semana a sorrir
Um deputado vai na rua tranquilamente quando é atropelado e morre. A alma dele chega ao Paraíso e dá de caras com São Pedro na entrada.
- Bem-vindo ao Paraíso! Diz São Pedro. Raramente vemos parlamentares por aqui, então não sabemos bem o que fazer consigo.
- Não há problema, é só deixar-me entrar, diz o antigo deputado.
- Eu bem que gostava, mas tenho ordens superiores. Vamos fazer o seguinte: Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Depois, pode escolher onde quer passar a eternidade.
Assim, São Pedro acompanha-o até o elevador e ele desce, desce, desce até ao Inferno.
A porta abre e ele vê-se no meio de um lindo campo de golfe. Ao fundo, o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com o quais havia trabalhado. Todos muito felizes e em traje social. Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo.
Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar. Quem também está presente é o diabo, uma figura muito amigável que passa o tempo todo a dançar e a contar piadas. Eles divertem-se tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora. Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.
Ele sobe, sobe, sobe e a porta abre-se outra vez. São Pedro está à espera dele. Agora é a vez de visitar o Paraíso.
Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando. Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia acaba-se e São Pedro retorna.
- E então? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Agora escolha a sua casa eterna.
- Olha, eu nunca pensei... O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno. Responde o antigo deputado.
Então São Pedro leva-o de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até ao Inferno.
A porta abre-se e ele vê-se no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo. Ele vê todos os seus amigos com as roupas rasgadas e sujas a apanhar o entulho e a coloca-lo em sacos pretos.
O diabo vai ao seu encontro e passa-lhe o braço pelo ombro.
Não estou a entender, gagueja o deputado. Ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e divertimo-nos. Agora só vejo lixo e os meus amigos arrasados!
O diabo olha para ele, sorri ironicamente e diz: Ontem estávamos em campanha. Agora, já conseguimos o seu voto...


